«encontras mil remédios para o tédio e uma infinidade de coisas dignas de ocupar o teu espírito durante a eternidade: o cheiro borolento dos minutos de três séculos atrás, o sentido secreto dos hieróglifos das sujeiras das moscas; o arco triunfal desse buraco de ratos [...] o som do teu espirro empoeirado… a alma, enfim, de toda essa velha poeira de um canto de sala esquecido pelos espanadores.» – Milosz